Gerenciamento Hospitalar

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30/06/2006

 

Clipping - 07/07/2006

Hospital não acolhe pacientes com câncer - Minas Gerais

O Centro de Quimioterapia do Hospital Belo Horizonte não está mais recebendo novos pacientes para tratamento de câncer. O atendimento continua somente para os doentes que já estavam sendo tratados. O hospital atende cerca de mil pacientes portadores de tumores malignos, entre os que se submetem a aplicações do soro e revisão. Os novos pacientes passaram a ser barrados no início desta semana.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMSA), o hospital não é credenciado pelo SUS. Os pacientes que procuram a instituição estão sendo encaminhados para outros hospitais da rede. Das 37 instituições credenciadas pelo SUS em Belo Horizonte, oito oferecem o tratamento quimioterápico. A assessoria de imprensa da SMSA informou que não haverá sobrecarga no sistema público de saúde, uma vez que os hospitais credenciados - Hospitais Alberto Cavalcanti, Baleia, Clínicas, Felício Rocho, Mário Penna, Luxemburgo, Santa Casa e São Francisco - estão preparados para receber estes pacientes, oferecendo ainda serviços mais completos como exames complementares e internação.
Mas essa informação é contestada pelo diretor do Centro de Quimioterapia do Hospital Belo Horizonte, o oncologista Sebastião Cabral Filho. «São, em média, cinco novos pacientes encaminhados diariamente para outras instituições. Prestamos o serviço há 28 anos e estamos preocupados com os nossos pacientes. Hoje, atendemos mil pessoas», observou Cabral. Ele informou que no próximo dia 19 a diretoria da clínica se reunirá com representantes da Secretaria Municipal de Saúde na tentativa de firmar convênio que garantirá a oferta de novos serviços. O tratamento de radioterapia do hospital continua com o atendimento normal.
Baleia
No Hospital da Baleia, 150 leitos foram adotados por seis meses. A boa ação é creditada a milhares de belo-horizontinos que por um ano e meio contribuíram com o troco na compra de produtos farmacêuticos na drogarias da rede Araújo. Nesse período, 1,8 milhão de compras foram feitas, o que gerou a arrecadação de R$ 1 milhão em trocos. A campanha, «Adote o Hospital da Baleia - Doe seu Troco» continua.
O hospital conta com 261 leitos ativos. Tereza Paes informou que a meta é reequipar o CTI Infantil e aumentar o número de leitos para dez - hoje são cinco. Referência nas áreas de fissura labiopalatais, hematologia, oncologia, ortopedia e neurocirurgia, o hospital tem 93% de seus atendimentos feitos pelo SUS, cuja tabela, segundo Tereza Paes, está defasada. Com média de atendimento de 500 pacientes por mês, em dezembro do ano passado, a instituição passou por uma de suas crises mais sérias suspendendo as internações por 30 dias. (Jaqueline da Mata - Hoje em dia)

Usuários reclamam da falta de medicamentos - Mato Grosso

Estão em falta vários tipos de medicamentos que têm distribuição gratuita nos postos de saúde de Sinop. No Posto Central, o maior do município, apenas preservativos, analgésicos e poucos antibióticos estão à disposição dos pacientes na prateleira da farmácia, que devia estar abastecida de medicamentos, como os indicados para quem tem problema de pressão, diabetes e de uso controlado para o coração.
A costureira Virgínia dos Santos Matione, de 63 anos, esperava ontem no corredor do Posto Central com a receita indicada pelo médico, mas não conseguiu nem um dos três medicamentos prescritos para a doença. “Fico triste com essa situação porque não tenho o dinheiro necessário para comprar em outra farmácia e não estou me sentindo bem. Tenho muita tontura e dor de cabeça. Não sei o que está acontecendo”, disse a costureira.
Além disso, faltam potes para coleta de exame de urina e quem precisar tem que ir a uma farmácia e pagar do próprio bolso. Maciel de Arruda Sampaio suspeita que está com dengue, mas para ter certeza terá que fazer o exame. Apesar da suspeita da doença, ele diz que encontra dificuldade para conseguir fazer o exame.
Em outros postos de saúde da cidade, como no que atende o bairro Jardim Paraíso, a situação não é diferente. Também faltam alguns remédios, mas não são tantos porque a demanda da unidade é menor.
A dona de casa Alice Godói Santana reclamou ontem que já foi até a unidade de saúde por três vezes e nada conseguiu. “O problema é que a doença não espera e a gente sofre com isso”, lamentou.
Acordar de madrugada, enfrentar longas filas para conseguir uma senha, seja para consultas ou para fazer exames, não basta. Ela conta que o pior é saber que não será atendida porque o número de agendamentos para o dia já se excedeu ou porque a unidade não dispõe de material para exames ou remédios.
Outra reclamação da comunidade é quanto ao atendimento, porque alguns funcionários dão a atenção necessária aos pacientes, mas outros mostram má vontade e se dirigem as pessoas com mau humor, segundo relatos dos usuários.
Segundo informações da assessoria de imprensa da prefeitura de Sinop, o secretário de Saúde Valério Gobbato disse que o lote de medicamentos inclusive o da pressão arterial, já foi repassado pela Secretaria de Saúde do Estado para o município, e que a situação nas farmácias dos postos de saúde de Sinop será regularizada nas próximas horas. (Diário de Cuiabá)

Médicos mantêm paralisação - Distrito Federal

Eles querem apenas trabalhar. Por isso, entraram em greve. Pode parecer paradoxo, mas é essa a situação dos 48 médicos residentes do Hospital Regional do Gama (HRG). Os profissionais cruzaram os braços ontem e prometem só voltar à ativa depois que a Secretaria de Saúde contratar anestesistas e comprar uma série de equipamentos, remédios e materiais considerados essenciais para atender os pacientes. A medida atinge diretamente entre 5 e 6 mil pessoas que aguardam por cirurgias e as cerca de 1,35 mil consultas realizadas diariamente. Só operações de emergências serão feitas.
O subsecretário de Atendimento à Saúde do DF, Evandro Oliveira da Silva, prometeu que, a partir de segunda-feira, um anestesista será transferido para o HRG e, entre 1º e 10 de agosto, outros seis serão contratados. Afirmou ainda que os equipamentos exigidos serão adquiridos entre 60 e 90 dias. O representante dos grevistas, Rodrigo Dutra Milholi, disse que tentará realizar uma assembléia hoje, para avaliar a proposta. Caso não consiga, só segunda-feira. "Nosso movimento é atípico. Somos residentes, não uma categoria organizada. Nossa convocação depende de boca-a-boca. Vamos tentar", disse o futuro médico.
O vice-diretor do HRG, Robson Brito, reconheceu que a situação no hospital, já no primeiro dia da paralisação, se tornou crítica. Segundo Brito, os residentes são responsáveis por 50% dos atendimentos realizado no hospital. "Fiquei com dificuldade em conduzir o serviço no pronto-socorro e na enfermaria. Em algumas áreas, como ortopedia e cirurgia geral, eles representam mais da metade do quadro de profissionais. Tem dias que, praticamente, os residentes tocam o pronto-socorro", afirmou o vice-diretor. Enquanto os residentes realizavam a assembléia que definiu a greve, centenas de pacientes se acumulavam no lado de fora do hospital.
Brito disse que, desde maio, os futuros médicos ameaçam parar em razão da falta de anestesistas e condições mínimas de trabalho. E a Secretaria de Saúde estava ciente da situação. "O subsecretário sugeriu que planejássemos uma escala nova, convidando os anestesistas que temos a fazer horas extras. Mas ninguém pôde aceitar as horas extras", comentou. De acordo com o diretor, o HRG tem hoje 11 médicos aptos a aplicar anestesias no quadro de servidores. Ele disse que é necessário contatar mais 13.
A falta de anestesistas compromete até a realização de cirurgias rotineiras.O representante dos médicos residentes, Milholi, disse que o HRG realiza, em média, 15 operações na área de cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia e ortopedia, além das operações de emergência. Alguns pacientes aguardam entre dois e três anos para serem atendidos.
Os residentes exigem ainda a compra de aparelhos considerados básicos, como desfibriladores (emite descargas elétricas para reanimação de pacientes), oxímetros (monitora a saturação do oxigênio e a freqüência cardíaca) e respirador (facilita a respiração), entre outros.
Coleta de sangue tem horário ampliado
Voluntários terão mais tempo para doar sangue. Desde a quinta-feira, o Hospital Regional do Gama (HRG) aumentou o horário de atendimento até às 16h. Antes, o serviço estava disponível entre 7h e 12h.
Os voluntários devem ter 18 anos e pesar acima de 50 quilos. Além disso, também precisam tomar cuidados com a alimentação. É recomendável evitar alimentos gordurosos.
O Banco de Sangue fica ao lado do pronto-socorro. São distribuídas, diariamente, 40 senhas pela manhã e 30, pela tarde. Só ontem , 41 pessoas marcaram presença no local.
As negociações Os médicos residentes pedem:
>> A contratação de 13 anestesistas, mas dizem que nove atenderiam a demanda.
>> A compra de aparelhos considerados básicos: desfibriladores (emite descargas elétricas para reanimação de pacientes), oxímetros (monitora a saturação do oxigênio e a freqüência cardíaca) e respiradores, entre outros.
A Secretaria de Saúde promete:
>> Transferir um anestesista para o HRG na segunda-feira e contratar mais 6 profissionais, entre 1º e 9 de agosto.
>> Está em andamento licitação para a compra de 540 aparelhos, de diversos tipos, para toda a rede pública de saúde. A previsão para a instalação dos equipamentos nos hospitais é de 60 a 90 dias. (Leandro Bisa - Correio Braziliense/Jornal do Commercio)

SUS terá ferramenta para avaliar atendimento

Questionário na internet avaliará qualidade da assistência no Sistema Único de Saúde
Com lançamento previsto para o dia 17 de julho, o "Aplicativo para Auto-avaliação da Qualidade da Assistência Ambulatorial a Pessoas Vivendo com HIV/Aids no SUS" tem como objetivo estimular os profissionais a realizar avaliações e monitoramento do trabalho local.
Desta maneira espera-se contribuir para o aprimoramento da qualidade da assistência nos serviços públicos de atenção à Aids. O programa está disponível na internet (www.aids.gov.br/qualiaids) para utilização dos profissionais de unidades básicas de saúde, ambulatórios gerais e de especialidades, hospitais, postos de saúde, policlínicas e serviços de assistência especializados em HIV/Aids (SAE), entre outros.
O questionário foi elaborado pela Equipe de Pesquisa Qualiaids, formada por docentes e pesquisadores de universidades brasileiras e é composto por perguntas de múltipla escolha sobre a organização da assistência local, acompanhado por um conjunto de recomendações de boa prática para cada um dos aspectos abordados.
Ao final, o programa emitirá um relatório que classifica os indicadores da qualidade da assistência local em relação a um padrão ouro. O aplicativo é resultado da adaptação para uso eletrônico de um questionário já aplicado pela Equipe Qualiaids em serviços do SUS, em sete Estados brasileiros (CE, MA, MS, PA, RJ, RS e SP). (Saúde Business)

Cerco às farmácias

Laboratórios de manipulação são fechados em Goiânia
A Vigilância Sanitária Municipal interditou 13 farmácias de manipulação em Goiânia. Desse total, seis foram fechadas no ato da fiscalização por causa de irregularidades. Uma delas foi a da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal de Goiás (UFG). O Hospital de Medicina Alternativa também teve as portas de sua farmácia lacradas. As outras que foram interditadas são todas da rede privada.
A diretora da Vigilância Sanitária Municipal de Goiânia, Mirtes Barros Bezerra, explica que foi feita vistoria entre os dias 19 de maio e 15 de junho e antes de serem interditadas, as farmácias de manipulação que apresentaram problemas foram notificadas. “Elas não cumpriram as exigências, então a Vigilância Sanitária as intimou para que corrigissem as falhas. Como não se readequaram, foi preciso a interdição”, afirma.
Os problemas, de acordo com Mirtes, tanto dos estabelecimentos da rede privada como os da rede pública, foram a falta de controle de qualidade e estrutura física. “Muitas balanças e equipamentos de medir e pesar o nível dos medicamentos estavam sem certificação de vistoria do órgão responsável. Falta um controle da qualidade da água e das matérias-primas (muitas estavam vencidas) e diversas receitas estavam sem prescrição médica”, declara.
No total, 38 farmácias de Goiânia e 14 de Anápolis e Aparecida de Goiânia foram fiscalizadas e notificadas. Todas foram vistoriadas por uma equipe formada por técnicos da vigilância sanitária municipal, estadual e federal. A diretora destaca que a medida é uma determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O objetivo, segundo Mirtes, é verificar se os donos estão cumprindo as normas. Caso não estejam, eles têm de se adaptar às condições adequadas de funcionamento.
Goiás é o terceiro Estado a realizar essa vistoria. No ano passado, São Paulo e Minas Gerais passaram pelo mesmo procedimento. Mirtes explica que o motivo foi a morte de um casal (que não teve os nomes e o Estado de origem divulgados) há dois anos, após tomarem medicamento manipulado.
De acordo com Mirtes, algumas das farmácias voltaram às atividades normais por terem se readequado. Porém, as públicas continuam interditadas.
O diretor do Hospital de Medicina Alternativa, Nestor Furtado, diz que o problema da farmácia e do hospital é a falta de infra-estrutura. Segundo ele, foi feita licitação para reformar e ampliar toda a unidade de saúde, mas que o processo está parado. Já a diretoria da Faculdade de Farmácia da UFG não foi encontrada pela reportagem na tarde de ontem. (Lívia Rocha - Diário da Manhã)

HC de Marília fecha uma das 2 UTIs - São Paulo

Marília - O Hospital das Clínicas (HC) de Marília (100 quilômetros de Bauru) encerrou as internações em uma das duas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) para ajudar a conter o déficit nas contas, que gira em torno de R$ 1 milhão ao mês.
Segundo a assessoria de comunicação do HC, o repasse de R$ 2,2 milhões do Sistema Único de Saúde (SUS) não é suficiente para cobrir os gastos do hospital. Desse total, cerca de R$ 1,2 milhão é gasto apenas com a folha de pagamento. Outros R$ 700 mil são utilizados em insumos e medicamentos.
Para tentar conter o déficit, a direção do HC resolveu fechar provisoriamente uma das duas UTIs instaladas no hospital. Cada uma delas possui 12 leitos, ou seja, um total de 24 camas. Com o fechamento provisório de uma delas, agora os pacientes poderão contar com apenas 12 leitos.
Para evitar uma “bola de neve” nas dívidas, a direção do hospital tomou a medida até que uma solução para a crise seja encontrada.
A decisão de diminuir o número de leitos foi tomada porque a UTI é um dos setores mais caros do hospital. A assessoria do HC explica que já aconteceu de um único paciente custar cerca de R$ 100 mil ao hospital e o SUS pagar apenas 15% do custo.
A verba de cerca de R$ 2,2 milhões é repassada para o HC através da Faculdade de Medicina de Marília (Famema) que, por sua vez, recebe o dinheiro da Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia. A Famema, além do HC, administra o Hospital Materno Infantil, o Hemocentro e o Ambulatório Mário Covas.
De acordo com a assessoria do HC, também está havendo uma sobrecarga de atendimentos no Pronto-Socorro (PS) do hospital, que centraliza os atendimentos de urgência e emergência da cidade e região.
Com capacidade prevista para 3 mil atendimentos, hoje o PS é obrigado a atender cerca de 11 mil pacientes por mês.
A direção do hospital iniciou conversação com e Secretaria Municipal para evitar que os casos que não sejam de urgência e emergência não sejam atendidos no pronto-atendimento da cidade.
A direção do HC, segundo informou a assessoria de comunicação, aguarda para esta semana a chegada de um grupo de técnicos da Secretaria de Ciência e Tecnologia que deve fazer uma visita à unidade para avaliar a situação e propor soluções para o problema. (Davi Venturino - Jornal da cidade de Bauru)

Pacientes nos corredores da Santa Casa de Jacareí - São Paulo

A Santa Casa de Jacareí (que está sob intervenção da prefeitura há três anos) mantém pacientes internados no corredor.
O ValeParaibano esteve ontem no hospital, às 15h, e constatou a existência de 13 leitos nesta situação. As macas tomaram conta dos dois lados de um corredor de cerca de 20 metros de comprimento na enfermaria, segundo andar do prédio. Alguns dos pacientes estavam aguardando a remoção para os quartos há dois dias. "Eu fui vítima de um assalto na minha casa e estou aqui, nessa situação, desde que eu cheguei, na segunda-feira. Até agora ninguém falou nada de ir para o quarto", disse o eletricista Zenildo Amaral, 58 anos. Tumulto No momento em que a reportagem esteve no local, era horário de visita, e a circulação de médicos e enfermeiros, já prejudicada pela presença das macas, estava ainda pior. Quando falou ao ValeParaibano, o paciente Marco Aurélio de Souza, 20 anos, recém operado de uma apendicite, completava sua 28ª hora de internação em um maca. "Eles disseram que era para eu ficar em observação, mas já faz tempo que ninguém vem falar comigo", disse. O paciente disse ainda que havia mais pessoas no corredor no período da manhã. A mesma informação foi confirmada por uma paciente, que não quis se indetificar, internada na manhã de terça, com suspeita de ataque cardíaco. Outro Lado A Secretaria de Comunicação da Prefeitura informou ontem, às 18h, que a situação havia sido controlada, com a internação em quartos de quase todos os pacientes, restando apenas três macas no corredor. Segundo a Secretaria, a superlotação no leitos está sendo causada pelo aumento dos casos de doenças respiratórias, comuns nesta época do ano. Segundo a prefeitura, a Santa Casa possui 271 leitos no total (incluídas a maternidade e UTI). (ValeParaibano)

Trégua na greve dos hospitais - Paraná

Os trabalhadores dos hospitais particulares e filantrópicos de Curitiba e Região Metropolitana, após audiência conciliatória realizada ontem no Tribunal Regional do Trabalho, decidiram recuar e hoje voltam às atividades normais. O fim da greve foi uma das exigências do Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Paraná (Sindipar), para que as negociações de reajuste salarial fossem retomadas.
Ontem o sindicato patronal apresentou uma nova proposta de reajuste, acima dos 3,38% sugeridos inicialmente, e os funcionários vão decidir em assembléia quais as bases de uma contraproposta. Uma nova audiência está marcada para a manhã de terça-feira, quando o impasse sobre o reajuste deve chegar ao fim. O movimento grevista, que fechou ontem uma semana, não chegou a afetar consideravelmente os serviços hospitalares. (Gisele Rech - O Estado do Paraná)

ANS informa se plano de saúde tem problema

Gostaria de saber qual instituição do governo pode me informar sobre a situação do meu plano de saúde. Fiquei sabendo, através de corretores, que o plano está falindo. Como posso saber se a empresa não está bem financeiramente? Preciso dessa informação para me posicionar, já que não posso ficar sem plano. Quando ligo para a empresa, recebo a informação de que não há problemas. No entanto, temo pelo meu futuro.
Marilene Silva por e-mail
De acordo com a ANS, informações referentes a planos de saúde podem ser esclarecidas pelo Disque-ANS no número 0800 701 9656. A consumidora poderá saber também oficialmente qual a real situação do seu plano de saúde e se os aumentos aplicados são válidos. A agência informa ainda que todos os reajustes têm que estar estipulados no contrato de forma clara. (ClipSeguro)

Federação Nacional dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde - FENAESS
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