Gastos das famílias brasileiras com plano de saúde em 2019 foi 8,24% maior do que no ano passado

23/01/2020

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação acumulada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo foi de 4,31% em 2019. Além disso, o órgão informa que as famílias gastaram 8,24% a mais em 2019 com planos de saúde, o que equivale a uma contribuição de 0,34 ponto percentual sobre o valor total da inflação.

 

O que ocasionou a alta?

Uma das causas para o aumento dos gastos com planos de saúde é a autorização — advinda da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) — do reajuste de até 7,35% nos preços das mensalidades dos convênios individuais de saúde, segundo o próprio IBGE.

 

De acordo com o Instituto, a correção trouxe como consequência um maior gasto com Saúde e cuidados pessoais, marcando uma alta de 5,41% em tais gastos em 2019, o equivalente a 0,65 ponto percentual do IPCA do ano passado.

 

O maior vilão da inflação em 2019

Com avanço de 6,37% e contribuição de 1,57 ponto percentual no ano, o grupo de alimentação e bebidas ganhou a posição de maior vilão da inflação em 2019.

 

Conforme publicado pela Istoé Dinheiro, o analista de Sistema de Índice de Preços do IBGE, André Almeida, informou que a safra recorde de grãos foi responsável pela conservação dos preços da alimentação no domicílio com deflação no período de maio a outubro do ano passado.

 

“A oferta ao longo do ano fez com que alguns itens tivessem queda de preços”, disse Almeida.

 

O desempenho de outros setores

O setor de transportes teve um aumento de custo de 3,57% em 2019, o que equivale a uma contribuição de 15,31%.

 

As despesas foram puxadas por aumentos no ônibus urbano (6,64%) e na gasolina (4,03%), ambos com impacto de 4,71% no IPCA, consoante a Istoé Dinheiro.

 

Além do transporte, os custos com habitação tiveram uma alta de 3,90%, equivalente a 0,62 ponto percentual da inflação do ano anterior.

 

Vale destacar, ainda, que 0,19 ponto percentual dos custos com habitação é relativo somente a energia elétrica, que acumulou uma alta de 5% no ano.

 

Fonte: euqueroinvestir.com

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